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CARTA DE BRASÍLIA – IX ENONG - 2010
Aos vinte e quatro dias do mês de novembro do ano de dois mil e dez, reunidos no Hotel Nobile Lakeside – SHTN Trecho 01 Lote 02 Projeto Orla 3 – Brasília/DF, na “PLENÁRIA FINAL” do IX Encontro Nacional de Ongs de Hepatites Virais, os representantes das entidades que esta subscrevem, que atuam no enfrentamento das hepatites virais no Brasil, após avaliações e discussões sobre o atual cenário de prevenção e controle das Hepatites Virais e Transplantes Hepáticos no SUS e levando em consideração as demandas decorrentes dos Encontros Regionais de ONGs de Hepatites Virais – ERONG’s, realizados no segundo semestre do presente ano, deliberaram emitir a presente “CARTA DE BRASÍLIA”, que abrange os seguintes propostas, subdivididas por temas:
Protocolos
Protocolo Hepatite B
- Estabelecer mecanismos na assistência farmacêutica nas questões – entre outras - de controle de estoque, logística, transporte e a própria estimativa de quantitativo a ser dispensado aos usuários, não devendo para isso ser considerada a media, e sim o numero real de pacientes mais a margem de segurança do estoque para evitar agravos irreversíveis, como o recente episódio onde vários portadores ficaram sem o uso da medicação, sendo esta substituída por medicamentos inferiores, bem como forçando o governo a fazer aditamentos e compras emergenciais.
- Os medicamentos para a hepatite B devem sair do rol de medicamentos especiais e passar para a lista de medicamentos estratégicos.
- O HBV-DNA como exame impreterível para a definição do esquema terapêutico, devera apresentar acessibilidade a todos os pacientes. No momento o procedimento só é realizado nos LACEN de algumas capitais, o que exige uma logística adequada em tempo técnico satisfatório, tanto para agendamento da coleta, como para a entrega de resultados.
- A Portaria deverá ser revisada anualmente.
Protocolo Hepatite C
- Os medicamentos para a hepatite C devem sair do rol de medicamentos especiais e passar para a lista de medicamentos estratégicos.
- Descentralizar os pólos de tratamento assistido, evitando assim o deslocamento do paciente para distâncias inaceitáveis, envolvendo custo de transporte, perda de dia de trabalho. Os municípios devem se responsabilizar pela dispensação com acompanhamento por profissional farmacêutico.
- Qualificação e reciclagem dos responsáveis pelo armazenamento dos medicamentos incluindo a observância aos prazos de validades e individualização seguindo as respectivas normas técnicas, nas três instancias: Federal, Estadual e Municipal.
- Incluir critérios de tratamento para o pré e pos transplante, nos Protocolos de Tratamentos;.
- Introduzir o interferon Peguilado para os genótipos 2 e 3, como preconizado em estudos, inclusive internacionais.
- Manter os dois tipos de interferon peguilado na grade do SUS.
- Fornecer as medicações que atenuem os efeitos colaterais e reações adversas do tratamento com interferon e ribavirina, de modo controlado a fim de evitar interrupção do mesmo por conta de efeitos indesejáveis. (filgastrina, etc), como também no monitoramento pos tratamento.
- Que a SBI e SBH deleguem aos seus integrantes dos respectivos Comitês de Hepatites virais a interlocução direta com o movimento social.
Tratamento Multidisciplinar
- Colocar em pratica os critérios de avaliação pré-tratamento para eventual descoberta de doenças impeditivas.
- Implementação de equipe multidisciplinar composta por enfermagem, psicólogo, nutricionista e demais categorias de profissionais de acordo com as necessidades de cada paciente.
Conceitos de avaliação de respostas ao tratamento
Considerar o histórico da adesão ao tratamento em suas variadas situações.
Exemplo: Distancia do pólo de aplicação
Falha na distribuição
Inexistência de equipe multidisciplinar, etc.
Conceito de Hepatopatia Grave
Que seja redefinido imediatamente o conceito de hepatopatia grave.
Providências específicas para cada hepatite
Hepatite A
- Capacitação dos profissionais de saúde da atenção básica por meio de parceria entre as esferas federal, estadual, municipal, universidades (cursos da área de saúde) e ONG`s (2011: meta 30% e 2012: 50%, 2013: 70%, 2014: 90% da rede capacitada).
- Educação em massa da população por meio de campanhas mensais nas mídias: escrita, falada e televisiva (horário nobre).
- Fazer parceria com o SPE (Saúde e Prevenção na Escola) para garantir a educação e conhecimento sobre as hepatites e capacitar multiplicadores.
- Disponibilização de vacinas para crianças ao completar um ano em 2011 (3,5 milhões de doses).
- Incluir no orçamento de 2012 a ampliação da cobertura vacinal para crianças até 5 anos.
Hepatite B
- Capacitação dos profissionais de saúde da atenção básica por meio de parceria entre a esferas federal, estadual, municipal, universidades (cursos da área de saúde) e ONG`s (2011: meta 30% e 2012: 50%, 2013: 70%, 2014: 90% da rede capacitada).
- Educação em massa da população por meio de campanhas mensais nas mídias: escrita, falada e televisiva (horário nobre).
- Fiscalização dos centros de hemodiálise, dos centros de endoscopia e colonoscopia e demais procedimentos invasivos quanto à esterilização adequada dos materiais.
- Fazer acompanhamento nas escolas da carteira de vacinação dos alunos de ensino fundamental, em parceria com os postos de saúde.
- Garantir a cobertura vacinal já estabelecida pelo ministério e ampliar até 2012 para 29 anos e a partir de 2013 a universalização.
- Garantir a distribuição de preservativos em todas as Unidades de Saúde.
- Fazer parceria com o SPE para garantir a educação e conhecimento sobre as hepatites, capacitar multiplicadores e ampliar a vacinação dos jovens.
- Garantir a realização do HBsAg para todas as gestantes.
- Vacinar 100% das gestantes
- Garantir a testagem dos pais no pré-natal de todas as gestantes.
- Melhorar a vigilância epidemiológica local.
- Validar o teste rápido de hepatite B, a partir de 2011.
- Realização de exames periódicos de hepatite B para profissionais de saúde.
- Conscientização da adesão dos profissionais de saúde à vacinação da hepatite B.
- Implantar e implementar nos CTA`s as hepatites B e C, garantindo insumos diagnósticos.
- Garantir que no plano de saúde prisional seja oferecida a testagem da hepatite B e 100% de cobertura vacinal.
Hepatite C
- Capacitação dos profissionais de saúde da atenção básica por meio de parceria entre a esferas federal, estadual, municipal, universidades (cursos da área de saúde) e ONG`s (2011: meta 30% e 2012: 50%, 2013: 70%, 2014: 90% da rede capacitada).
- Educação em massa da população por meio de campanhas mensais nas mídias: escrita, falada e televisiva (horário nobre).
- Fiscalização dos centros de hemodiálise, dos centros de endoscopia e colonoscopia e demais procedimentos invasivos quanto à esterilização adequada dos materiais.
- Garantir a distribuição de preservativos em todas as Unidades de Saúde.
- Fazer parceria com o SPE para garantir a educação e conhecimento sobre as hepatites, capacitar multiplicadores.
- Melhorar a vigilância epidemiológica local.
- Fazer um trabalho intensivo em parceria com o programa de redução de danos na prevenção primária e no diagnóstico.
- Validar o teste rápido de hepatite C.
- Fazer uma campanha intensiva de testagem para todos os que receberam sangue antes de 1993.
- Realização de exames periódicos de hepatite C para profissionais de saúde.
- Obrigatoriedade de testar a hepatite C no pré-natal de todas as gestantes.
- Obrigatoriedade dos profissionais de saúde solicitarem os marcadores de hepatites A e B para portadores de hepatite C.
- Sensibilizar os profissionais de saúde sobre prevenção e diagnóstico precoce da Hepatite C, via CRM, CRO e outros conselhos.
- Implantar e implementar nos CTA`s as hepatites B e C, garantindo insumos diagnósticos.
- Garantir que no plano de saúde prisional seja oferecida a testagem da hepatite C.
- Tratamento Multidisciplinar
- - Colocar em pratica os critérios de avaliação pré-tratamento para eventual descoberta de doenças impeditivas.
- - Implementação de equipe multidisciplinar composta por enfermagem, psicólogo, nutricionista e demais categorias de profissionais de acordo com as necessidades de cada paciente.
- Conceitos de avaliação de respostas ao tratamento
- Considerar o histórico da adesão ao tratamento em suas variadas situações.
- Exemplo: Distancia do pólo de aplicação
- Falha na distribuição
- Inexistência de equipe multidisciplinar, etc.
Campanhas
- Três datas específicas para campanha já em 2011 e anos seguintes, a saber, 19 de maio para Hepatite C, 28 de Julho, para Hepatites Virais e 02 de outubro para Hepatite B.
Assim são mantidas as datas já pré definidas nos municípios e estados. Com material especifico para cada uma das hepatites.
- Estabelecer ao DST/AIDS e HEPATITES edital de financiamento para campanhas de hepatites de maior cobertura para todo território nacional, em 2011;
- Inclusão na grade curricular do tema de prevenção de hepatites nas escolas em parceria do MS com o MEC, em 2012;
- Campanhas permanentes de hepatites virais na mídia social realizada pelo Ministério da Saúde;
- Inclusão de avaliação de impacto das campanhas realizadas para real dimensionamento dos alvos alcançados;
- Comprometimento do Departamento DST/AIDS/Hepatites para que a sociedade civil acompanhe e aprove a criação dos materiais de divulgação das hepatites A, B e C antes de serem impressos, em 2011;
- Realização de testes diagnósticos em 100% dos CTAs, bancos de sangue, hemocentros, durante o ano de 2011 e realização de testes pelo Programa de Saúde da Família e Unidades de Referência Hospitalar e/ou Ambulatorial até o ano 2012;
- Que no acompanhamento do pré natal até o sexto mês, seja dada a garantia à gestante da testagem da Hepatite B. No caso de resultado negativo, que seja imediatamente vacinada na mesma unidade;
- Estabelecer responsabilidades quanto a notificação compulsória em todas as instâncias de diagnóstico, prevenção e tratamento, para cruzamento online, no SINAN (Sistema Nacional de Notificação);
- Constituir Programas Municipais de Hepatites Virais em cada unidade da Federação, nos municípios já considerados prioritários pelo Departamento e nos Municípios com trezentos mil habitantes em 2011; duzentos mil habitantes em 2012 e, cem mil habitantes em 2013;
- Que se cumpra a Lei nº ... da obrigatoriedade do teste NAT nos bancos de sangue para HIV e HCV, já em 2011;
- Prevenção de danos dos que forem diagnosticados, oferecendo tratamento e acompanhamento, em especial, aos grupos: gestantes, adolescentes, idosos, população carcerária, indígenas, população vulnerável, isto consiste em saúde e educação; - adolescente de 10 a 24 anos;
- Execução de Campanhas pontuais nas seguintes datas: 19 de maio – Hepatite C; 28 de julho Hepatite Virais, 02 de outubro Hepatite B;
- Fomentar a participação de jovens multiplicadores de informações sobre a prevenção da Hepatite Virais;
- Publicação de dados estatísticos em relação a referências e contra referências, dos testes realizados pelos estados e municípios.
Medicamentos
- Controle mais efetivo na distribuição de medicamentos ( interferon e ribavirina) para hepatites virais para os municípios e estados;
- Fornecimento de medicamentos adequados para o tratamento e controle da hepatite B;
- Cumprimento mais efetivo da portaria 034 no que tange o fornecimento de medicamentos para os efeitos colaterais do tratamento da hepatite B e C;
-Maior investimento por parte do Ministério da Saúde na compra de medicamentos para as hepatites B e C;
- Que seja realizada licitação para a compra dos dois interferon peguilado para o tratamento da hepatite B e C para respeitar a prescrição médica;
- Melhorar o diagnóstico das hepatites virais para ampliar o atendimento em todas as unidades da federação;
- Controle mais efetivo na compra e distribuição dos medicamentos para hepatites virais evitando assim o vencimento antes do uso;
- Necessidade da transferência da lista de medicamentos excepcionais para estratégicos, ainda em 2011;
- Alteração de 3 para 6 meses o tempo de validade do LME ( Laudo de Medicação Especial);
- Uniformização de documentos para liberação de medicamentos;
- Informatização das APACs;
- Criação de centro assistido para aplicação da medicação das hepatites B e C.
- Inclusão no protocolo de tratamento para transplantados positivos para hepatite B e C;
- Fornecimento mais eficaz das agulhas de biopsia, aumento do valor do procedimento SIA/SUS para os profissionais e capacitação dos mesmos.
Transplante de Fígado
- Assento no GTA do SNT para representação das ONGs de transplante, além da representação do CNS já prevista na Portaria 2600/09;
- Organização de encontros periódicos das OSC de transplantes (ENONGTx) com financiamento do MS e/ou com um dia a mais no ENONG.
- Revisão do critério de priorização na lista de fígado com relação ao CHC;
- Elaboração e implantação de um protocolo que permita a prioridade para a realização de exames necessários para a inclusão na fila de revisões pós-transplante;
- Criar mecanismos de incentivo para a realização das hepatectomias, e outros procedimentos afins, nos casos em que tenham indicação, inclusive com revisão da remuneração para estes procedimentos.
- Efetiva implantação do SIG em todos os Estados no prazo máximo de 180 dias
- Capacitação dos médicos intensivistas e demais membros da equipe interdisciplinar para a manutenção do doador e diagnóstico de morte encefálica.
- Profissionalização e capacitação das CIHDOTT’s e de todos os envolvidos no processo de doação e captação de órgãos com estabelecendo critérios de remuneração adequada e indicadores de avaliação de desempenho.
- Incentivo para a implantação de novos serviços ou criação de mecanismos para minimizar as dificuldades de acesso aos procedimento da população residente distante dos centros transplantadores.
- Controle da qualidade da medicação ofertada aos pacientes, incluindo revisão e atualização dos protocolos clínicos. Oferecer apenas medicamentos submetidos a ensaios clínicos.
Data prevista para os itens abaixo segundo semestre de 2011
Simplificação da ficha de notificação após a análise da ficha elaborada pelo grupo gestor da VE do MS (trabalhar junto ao SINAN vinculação de campo).
Capacitação de pessoal em cruzamento de banco de dados (SINAN e SIM) para a diminuição da subnotificação dos casos de hepatites.
Capacitação de pessoal em VE de hepatites virais.
Estimular a notificação de casos de HV por profissionais de saúde e ONGs.
Fazer cumprir a Legislação vigente sobre a Notificação, inclusive cobrar dos laboratórios particulares.
Capacitação dos profissionais de saúde sobre a ficha de notificação a ser preenchida.
Disponibilizar formulário de notificação e investigação via on line, simples, para facilitar o preenchimento pelo médico. Nos locais que não dispuserem de computador manter formulário em papel para ser digitado pela Secretaria de Saúde.
Conscientizar o paciente sobre a necessidade do SINAN para que solicite ao médico.
Agilização para validação dos testes rápidos para o segundo semestre de 2011.
Disponibilização para os Estados dos marcadores sorológicos até início de 2011 e pactuação da compra pelos estados a partir desta data e que os Movimentos Sociais sejam fiscalizadores deste processo e que esses dados sejam disponibilizados na internet nas páginas das SES .
Capacitação dos médicos para a solicitação de exames e que o fluxo do LACEN seja seguido.
Rede de Biologia Molecular
Hepatite B
Disponibilização dos testes de maneira regular e dos acessórios dos equipamentos.
Padronizar a periodicidade da coleta de HBV/DNA.
Programar o início da genotipagem do HBV/DNA para auxiliar no tratamento.
Utilizar a rede de médicos de referência de genotipagem e laboratorial do HIV para testar a resistência da hepatite B.
Implantação de no mínimo um laboratório de biologia molecular por Estado até o final do primeiro semestre de 2011.
Implantação de sistema de informações para a programação e dos exames.
Agilizar a partir de 2011 a aquisição centralizada dos testes de biologia molecular para hepatite C: Quantitativo Qualitativo, genotipagem
Capacitação da atenção básica em vigilância epidemiológica das HV em parceria com o Departamento DST/AIDS/HV/Estados / Municípios (40% em 2011, 60% em 2012).
Metas quantitativas para avaliação no final de 2011 dos resultados da integração das hepatites nos departamentos DST/AIDS
1 - Tratamentos na hepatite B (desejamos completar no final de 2011, 10.000 pacientes em tratamento)
2 - Tratamentos na hepatite C (desejamos completar no final de 2011, 15.000 pacientes em tratamento)
3 – Vacinação da hepatite B (desejamos completar no final de 2011, 70% dos adolescentes entre 11 e 19 anos estejam vacinados)
4 - Notificação (desejamos completar no final de 2011 com 50.000 casos de hepatite B e 50.000 de hepatite C. É estimado que 80% dos casos suspeitos não são notificados).
5 – Testes nos CTAs (desejamos completar no final de 2011, aumentar em 30% o número de Municípios com CTAs)
6 – Fixação de metas para abertura de novos centros de tratamento em Municípios ainda não atendidos em cada estado.
Acre - 01
Alagoas - 01
Amapá - 01
Amazonas - 01
Bahia - 03
Ceará - 04
Distrito Federal - 01
Goiás - 03
Espírito Santo - 01
Maranhão - 04
Mato Grosso - 01
Mato Grosso do Sul - 01
Minas Gerais - 01
Pará - 07
Paraíba - 03
Paraná - 05
Pernambuco - 03
Piauí - 01
Rio de Janeiro - 06
Rio Grande do Norte - 02
Rio Grande do Sul - 05
Rondônia - 01
Rorâima - 01
São Paulo - 04
Santa Catarina - 03
Sergipe - 01
Tocantins - 01
Movimento Social
- Proposta I – Realizar Curso de capacitação e formação em Participação Cidadã para o Movimento Social das Hepatites Virais e Transplantados de Fígado, ou pelo Departamento Nacional ou por meio de edital.
- Proposta II – Estabelecer um perfil mínimo das pessoas do movimento nas representações, a ser apreciado e deliberado pelo ENONG.
Definição de critérios para representação nacional e regional
- Socialização imediata das datas das convocações dos eventos agendados da representatividade que ela está inserida, solicitando contribuições para a pauta.
- Uma das finalidades estatutárias hepatites virais e transplante hepático;
- Que seja filiado a uma ONG formal
Definição de critérios de perda da representação
- falta não justificada e comunicação imediata de seu suplente e não socialização em 15 dias após o evento
Eleição de representação
CNS (Conselho Nacional de Saúde) – 03 anos, com uma reeleição;
CAMS (Comissão de Articulação dos Movimentos Sociais) – 02 anos;
Otacílio Waner da Silva- Titular
Jorge Luis Kramer Borges - Titular
Faustina Amorim Silva– Suplente do Otacílio
Jorge Cristovão Greve – Suplente do Jorge Kramer
CNAIDS (Comissão Nacional de AIDS) – 02 anos;
Sandoval Inácio P. da Silva
Fernando Cezar P. dos Santos
CAPDA (Comissão de Acompanhamento Permanente de AIDS e Hepatites Virais) – 03 anos;
Márcia Olegário dos Santos
Comitê Assessor Técnico do Departamento HV – comunicar ao Departamento que à nova publicação que institui o Comitê, serão indicados novos representantes;
Carlos Varaldo - Titular
Benedito Ferreira de Almeida – Suplente
Sistema Nacional de Transplante
Francisco Neto de Assis - Titular
Andréia Teixeira Soares – Suplente
Representação das Macro regionais: N, NE, CO, SE, SUL.
Norte – Heitor Junior - Titular
José Eudes Brazil - Suplente
Nordeste – Romulo José Valença Correa - Titular
Francisca Agrimeire Leite – Primeiro Suplente
Vandivel Galdino Bezerra – Segundo Suplente
Centro Oeste – Epaminondas Campos – Titular
Otacílio Waner da Silva - Suplente
Sudeste – Jeová Pessin Fragoso- Titular
Ubirajara Silva Martins - Suplente
Sul – Sandra Mara Scherpinski - Titular
Márcia Olegário dos Santos - Suplente
Assim, tendo em vista as propostas acima relacionadas, que foram objeto de deliberação, solicitamos que o Departamento de DST/AIDS/HEPATITES, adote as providências relacionadas aos nossos pleitos, que sejam de sua competência. Solicitamos, também, a resposta oficial deste Departamento, a todos os participantes do IX ENONG - 2010, com os devidos planos de ação, dentro do prazo de 90 dias, a contar da data de protocolo do recebimento deste documento.
Brasília, 22 a 24 de novembro de 2010.
Epaminondas Campos Anna Maria Gomes
Coordenador do IX ENONG Secretária Geral do IX ENONG
ONG’s que subscreveram esta “CARTA DE BRASÍLIA”
Adauto Vieira Almeida |
Pro Vidas |
|
ES |
Alessandra Rosa Gomes |
Amhec |
|
RS |
Alvaro Rossi |
Girassol |
|
RS |
Andreia Teixeira Soares |
Transpatica |
|
SP |
Anna Maria Gomes |
Grupo Hercules HV |
|
SC |
Antonia Cristiane Rodrigues |
Gaphi |
|
MA |
Arnaldo Beck |
Força e Vida |
|
RS |
Bartolomeu Luis de Aquino |
APHEM |
|
RN |
Benedito Ferreira de Almeida |
APAF |
|
PA |
Carlos Norberto Varaldo |
Grupo Otimismo |
|
RJ |
Carlos Roberto Cabral |
ONG Profigado |
|
RJ |
Claudia Boeira da Silva |
GADA SC |
|
SC |
Claudio da Silva Costa |
Grupo Amarantes |
|
RJ |
Dafylla Keli Oliveira |
VenCer |
|
MA |
Derval Magalhães |
Vontade de Viver |
|
SP |
Eliesio Marubo da Silva Vargas |
Mov. Politico Vale do Javari |
|
AM |
Ellen Neiva |
UnaC |
|
MA |
Emilia Pereira de Barros |
NAPHC |
|
RS |
Epaminondas Campos |
Grupo C |
|
DF |
Faustina Amorim Silva |
Aracvida |
|
SP |
Feliciana L Castelo Branco |
Grupo C |
|
RS |
Fernando Cezar P. dos Santos |
Grupo Hercules TX |
|
SC |
Flavia Marini Paro |
Vitoria para Vida |
|
ES |
Francisca Agrimeire Leite |
Grupo ABC Vida |
|
CE |
Francisco Martuci |
C Tem Q Saber |
|
SP |
Francisco Neto de Assis |
ADOTE |
|
RS |
Heitor Andrade M Filho |
Aphac |
|
AC |
Hilson Santos Cordeiro |
Vontade de Viver |
|
BA |
Jeová Pessin Fragoso |
Grupo Esperança |
|
SP |
Jorge Cristovão Greve |
Grupo Revendo a Vida |
|
SP |
Jorge Luis Kramer Borges |
astraf |
|
RS |
Jose Almir Amaral do Rego |
APHECN |
|
RN |
José Eudes Brasil |
APHRO |
|
RO |
José Silvio Campos |
C Tem Q Saber |
|
SP |
José Wilter Ibiapina |
Acephet |
|
CE |
Julio Cesar Figueredo Caetano |
GADA |
|
SP |
Jussara de Fatima S Morais |
SalvHe |
|
SC |
Kicia Maria Rodrigues do Ó |
Grupo Hepatocerto |
|
RJ |
Lais Moreira Beltrão Coutinho |
Naphe |
|
PE |
Leonardo Weissmann |
Gaphor |
|
SP |
Luis Carlos Porcelli Paz |
Gaphe Bagé |
|
RS |
Luis de Souza e Silva |
NAADVH |
|
RJ |
Luiz Volpe |
Hipupiara |
|
SP |
Marcia Olegário dos Santos |
Via Vida Pró doações e Transplantes |
|
RS |
Margarida da Silva de Oliveira |
Dohe Fígado |
|
RJ |
Maria Candida Gouveia Pita |
Grupo Genesis |
|
RJ |
Maria Clarisse P. de Sá |
Confiantes no Futuro |
|
PB |
Maria Helena Macedo |
SES/BA |
|
BA |
Maria Lucia Kruel Elbern |
Via Vida Pró doações e Transplantes |
|
RS |
Micheline Woolf |
Unidos Venceremos |
|
SP |
Monica Morais |
SES/AC |
|
AC |
Nadia Elizabeth C Barbosa |
HepaChê Vida |
|
RS |
Neide Barros da Silva |
Ass.Pac.Hep.Mossoró/RN |
|
RN |
Odemir Batista da Silva |
Hepatos Guaruja |
|
SP |
Otacilio Waner da Silva |
Gaphe |
|
GO |
Paulo Carvalho |
AIGA |
|
RJ |
Regina Lancelotti |
RNP+HV |
|
SP |
Ricardo Brito |
SES/PA |
|
PA |
Ricardo Waldman |
Aphoc |
|
RS |
Romulo José Valença Correa |
MBHV |
|
BA |
Ronaldo Costa Araujo |
Transplantes Amigos |
|
RJ |
Rosangela Eleres |
UnaC |
|
MA |
Rosilda Nazaré |
Grupo VenCer |
|
MA |
Sandoval Ignacio P. da Silva |
Aphecpar |
|
PR |
Sandra Maria Scherpinski |
SalvHe |
|
SC |
Sonia Maria Geraldes |
SES/DF |
|
DF |
Tuanny Lancelotti |
HCVida |
|
SP |
Ubirajara Silva Martins |
Direito de Viver |
|
SP |
Vandivel Gaudino Bezerra |
Nucleo Confiantes no Futuro |
|
PB |
Willian F. Amaral |
RNP+HV RJ |
|
SC |